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A Bela e a Crise

por Luísa Braga

A Bela e a Crise

por Luísa Braga

Ainda Sobre o Caso Síria: O Outro Lado da Moeda

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Hoje aconteceu-me algo muito curioso: todos os dias de manhã tenho o hábito de ver os meus emails e normalmente tenho um ou dois, nada mais. Hoje, tinha oito e seis deles eram de comentários um tanto ou quanto revoltados acerca do meu último post (ver: A Crise da Humanidade).

 

Antes de mais, peço desculpa se de alguma forma ofendi alguém, essa não é nem nunca foi a minha intenção.

 

O post que escrevi foi um desabafo - fui eu a falar muito com o coração e pouco com razão, mas o mesmo não significa que o que escrevi deixa de ser verdade. Porém, e infelizmente, não é toda a verdade.

 

Durante o dia de ontem, tive oportunidade de trocar algumas palavras com uma ex-colega de escola, que está atualmente a viver e a trabalhar na Alemanha. A realidade não é a que vemos na televisão. Ela contacta diariamente com refugiados sírios que se recusam a aceitar uma cultura e costumes que não são os deles e o seu fanatismo pela religião é muitas vezes razão para problemas com outros cidadãos.

 

Mas serão os sírios todos iguais? Eu quero acreditar que no meio de tanto fanatismo hajam pessoas que não são tão fanáticas assim. Aliás, há crianças que podem ser educadas de outra forma. Agora, o que não podemos fazer é julgar uns pelos outros - é quase como dizer que os portugueses são preguiçosos e não gostam de trabalhar. Somos todos assim?

 

Isto é aquilo em que eu acredito, embora saiba que muita gente me vai atirar aos lobos novamente. Mas, para essas pessoas que andam cheias de moralismos a dizer 'ajudem mas é os pobres portugueses!', eu digo: EU AJUDO! E vocês?

 

O problema dos 'pobres portugueses' é que muitos deles recebem o rendimento mínimo e passam o dia no café, enquanto eu e milhares de portugueses trabalhamos para os andar a manter. Eu sei bem que há muita miséria no nosso país, e faço tudo o que posso para contribuir seja de que maneira for para ajudar essas pessoas. Mas muitos dos chamados 'pobres' não querem é trabalhar.

 

Bem, espero sinceramente ter conseguido, desta forma, responder aos comentários que me fizeram no outro post. É que estar a responder um por um ia ser complicado (:

 

Volto a sublinhar que não é minha intenção ofender ninguém e espero em troca que não me ofendam a mim (: e, já agora, sempre que comentarem, identifiquem-se por favor. Porque ser anónimo e malcriado não vai com nada (;

 

 

Beijinhos, Lu*